Uma bebê de 1 ano e 9 meses foi salva de engasgamento por um policial civil nesta segunda-feira (28), em Porto Alegre.
A mãe, Gabriela Silva, percebeu que a filha Sophia engasgou com uma bolacha de água e sal. Ela pediu socorro a um vizinho com carro.
O policial Matheus Leonardo Figueiredo estava de serviço no núcleo prisional quando o veículo chegou. A mãe desceu do carro gritando por ajuda.
A bebê voltou a respirar e foi levada ao Hospital de Pronto Socorro da capital gaúcha. Sophia foi atendida e passa bem.
O agente relatou sentimentos de alívio e alegria pelo salvamento. Ele havia aprendido as manobras de socorro em curso da Brigada Militar.
Uma bebê de 1 ano e 9 meses foi salva de engasgamento por um policial civil na noite de segunda-feira (28), em Porto Alegre. A criança chegou sem ar e com a coloração roxa.
Segundo a mãe, Gabriela Silva, Sophia comia uma bolacha de água e sal quando se engasgou. Ao perceber que a filha não conseguia respirar, ela tentou realizar manobras e, em seguida, pediu ajuda a um vizinho que tinha carro para levá-las em busca de socorro.
📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp
O policial civil Matheus Leonardo Figueiredo estava a serviço no Núcleo de Gestão Estratégica de Sistema Prisional (Nugesp) quando um carro chegou em velocidade ao local. Gabriela desceu do veículo com a filha nos braços e passou a gritar por ajuda.
"Ela gritava: minha filha está morrendo. Consegui sair pelo portão, coloquei o joelho no diafragma dela e comecei a fazer manobras na coluna. Demorou muito, cerca de 3 minutos. Eu também fazia sucção na boca para tentar desobstruir Ela estava bastante roxa, mas aos poucos o corpo começou a ganhar rigidez e ela voltou à coloração normal", relata o agente.
De acordo com a mãe, o momento foi um sufoco. Gabriela estima que toda a ação, desde o engasgamento, tenha durado cerca de 3 minutos.
"Um momento de terror", resume Gabriela. "Ela já estava mole, praticamente desmaiada. Foi muito horrível", diz.
Sophia voltou a respirar e, em seguida, foi encaminhada ao Hospital de Pronto Socorro (HPS) da capital gaúcha. Ela foi atendida e passa bem.
“Uma sensação que não há nada na polícia que possa me dar igual a isso. Uma sensação de alívio, de alegria de fazer algo que não sei se vou ter oportunidade de fazer de novo. Espero que não precise novamente”, relata o policial.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/S/W/7ndX4sTP6gLrpgDV11Mg/whatsapp-image-2026-09-30-at-21.19.012.jpg)
O agente conta que recebeu as instruções em um curso realizado pelo soldado Souza Neves, da Brigada Militar, sendo ele um policial civil, e que o fato ocorreu em uma sede da polícia penal.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/c/4/9Iff5JSaKjLdvuv6iz4Q/g1-2026-09-30t170131.856.jpg)
VÍDEOS: Tudo sobre o RS



