O trecho da BR-324 em Simões Filho foi liberado no início desta quinta-feira (5). A pista passou por serviços de recuperação após interdição causada por um buraco.
A interdição provocou longos congestionamentos nos últimos dias. Na terça-feira (3), o engarrafamento alcançou 30 km e motoristas relataram esperas de até 6 horas.
A erosão surgiu na segunda-feira (2) perto de uma cratera aberta em julho. O DNIT decretou emergência em agosto, mas a contratação da obra definitiva não foi concluída.
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O trecho da BR-324 que estava completamente interditado por causa de um buraco na pista foi liberado no início da manhã desta quinta-feira (5), na altura de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador. A liberação ocorreu após serviços de recuperação realizados durante a madrugada.
De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), as equipes fizeram o fechamento da erosão e a pavimentação do trecho com asfalto.
A interdição provocou longos congestionamentos nos últimos dias. Na quarta-feira (4), a fila de veículos chegou a 8 km, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Na noite de terça-feira (3), a TV Bahia apurou que o engarrafamento alcançou 30 km.
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Durante o período de interdição, os motoristas precisaram utilizar um desvio para seguir viagem. Caminhoneiros e outros condutores enfrentaram horas de espera na rodovia.
Em entrevista à TV Bahia, motoristas relataram que chegaram a gastar seis horas no percurso entre Feira de Santana e Salvador. Normalmente, a viagem é feita em até duas horas.
Buraco surgiu durante feriado
A erosão apareceu na segunda-feira (2), feriado de Finados, no quilômetro 603 da rodovia. O problema provocou congestionamento de até 20 km durante o dia, em meio à movimentação intensa de veículos pelo feriadão.
A situação se agravou na terça-feira (3), quando o trecho foi completamente interditado a partir das 18h.
O local fica próximo de uma área onde uma grande cratera se abriu em julho deste ano. Apesar da proximidade, o DNIT descartou relação entre os dois problemas.
Na ocasião, foram necessárias cerca de duas semanas de intervenções para recuperar a pista. Em agosto, o departamento decretou situação de emergência no trecho para viabilizar a contratação de uma obra emergencial e solucionar o problema definitivamente.
Na época, o órgão informou que a primeira cratera havia sido provocada pela circulação de água em um aterro. Cerca de três meses depois, no entanto, a contratação da obra ainda não havia sido concluída.
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