Uma caminhonete roubada em Maceió foi localizada com sinais de clonagem nesta quinta-feira (1) em Santarém, no Pará.
O veículo, roubado em maio de 2026, foi negociado por cerca de R$ 170 mil. Ele ostentava uma placa da Bahia durante a abordagem.
O homem que estava com a caminhonete foi levado à delegacia. Ele afirmou ter recebido o automóvel como pagamento de uma dívida.
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Uma caminhonete Toyota Hilux, que havia sido roubada em Maceió, no estado de Alagoas, foi localizada nesta quinta-feira (1º) em Santarém, no oeste do Pará. O veículo apresentava sinais de adulteração e, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), estava circulando na cidade com características de um veículo clonado.
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A localização do veocorreu durante uma ação conjunta da PRF e da Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT), após informações relacionadas a uma ocorrência de trânsito.
Durante a verificação, os agentes identificaram inconsistências no veículo e conseguiram chegar às características originais da caminhonete. Conforme a agente da PRF, Edioberto Sá, o carro havia sido roubado em Maceió em maio de 2026 e posteriormente adulterado.
O veículo estava com uma placa do estado da Bahia. Segundo a PRF, a caminhonete teria sido negociada em Santarém por cerca de R$ 170 mil.
O homem que estava com o veículo foi levado para a delegacia, onde o caso seria apresentado à Polícia Civil. A identidade dele não foi divulgada.
Segundo o agente da PRF, o homem informou que havia adquirido a caminhonete de outra pessoa e que teria recebido o veículo como parte de uma negociação envolvendo uma dívida.
A SMT informou que chegou ao veículo após receber informações sobre uma ocorrência de trânsito. A partir da localização, foram realizadas as verificações necessárias em conjunto com a PRF, que confirmaram os indícios de clonagem.
A caminhonete foi apreendida e deve passar pelos procedimentos de identificação e perícia.
As autoridades orientam que, antes de comprar um veículo usado, o comprador verifique a procedência e os sinais identificadores. Em caso de dúvida, a recomendação é procurar os órgãos de trânsito ou a PRF para confirmar se o veículo não possui registro de roubo, furto ou adulteração.
A Polícia Civil deve investigar a origem da caminhonete e as circunstâncias da negociação.
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