Um homem armado assaltou uma loja de roupas e fez quatro reféns nesta sexta-feira (6), em Guarujá. O criminoso roubou pertences e ameaçou um bebê.
Durante a ação, o criminoso obrigou três reféns a entrarem no banheiro e impediu a mãe de levar o bebê. Ele ameaçou atirar na criança.
A comerciante Síntia Santos nunca havia sido assaltada no endereço em seis anos. Ela pretende registrar o boletim de ocorrência.
Um homem armado assaltou uma loja de roupas e fez quatro reféns, incluindo um bebê de 57 dias, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Durante o crime, o assaltante impediu a dona do estabelecimento de pegar o próprio filho e ameaçou atirar contra a criança, segundo o relato da vítima. Câmeras de monitoramento registraram a ação (veja acima).
O assalto aconteceu na sexta-feira (6), na Alameda das Tulipas, no Jardim Primavera. Ao g1, a comerciante Síntia Santos contou que estava na loja com o filho recém-nascido, uma comerciante vizinha e um adolescente, filho de uma amiga, quando o criminoso entrou e anunciou o roubo. O prejuízo estimado passa de R$ 25 mil.
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Segundo Síntia, o homem roubou quatro celulares, uma aliança de ouro, uma corrente e uma bicicleta que estava do lado de fora da loja. Durante a ação, a comerciante vizinha não queria entregar o celular e a aliança de casamento. O assaltante, então, apontou a arma para ela e ameaçou atirar.
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A mulher entregou os objetos após um pedido de Síntia. Em seguida, o criminoso obrigou as duas mulheres e o adolescente a entrarem no banheiro, mas impediu a dona da loja de pegar o filho, que permaneceu sozinho no estabelecimento. Conforme a mãe, o homem ameaçou atirar contra o bebê.
"[O suspeito] mandou a gente entrar e [disse] que não era para sair nem olhar para trás, senão ele ia atirar", afirmou.
Síntia está no período pós-parto
Emocionada, Síntia contou que deu à luz há 57 dias e ainda está no período pós-parto. Segundo ela, o recém-nascido está bem, mas não para de chorar desde o assalto. A comerciante também relatou que está tomando calmante.
"A gente se sente impotente. Se eu pego meu bebê e ele atira em mim, como que eu ia [cuidar] do meu bebê e do meu outro filho?", disse
A dona da loja afirmou que fez um curso de vigilante e disse ter certeza de que a arma utilizada pelo criminoso era verdadeira. Ela também relatou que nunca havia visto o assaltante na região.
Síntia destacou que o estabelecimento funciona há seis anos no mesmo endereço e nunca havia sido alvo de crimes. Até o momento do relato ao g1, a comerciante ainda não registrou boletim de ocorrência, mas afirmou que pretende procurar a polícia.
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