Na periferia de Montevidéu, o Papa defendeu que Igreja, sociedade civil e Estado trabalhem unidos para enfrentar as desigualdades: "Não podemos passar ao largo quando sabemos que há crianças no Uruguai que não vão à escola por medo de não voltarem. Não podemos silenciar a nossa consciência quando constatamos que uma mãe não tem meios para alimentar os seus filhos. Não podemos ignorar que, à nossa volta, há muitas pessoas que sofrem, estão sozinhas e vulneráveis".
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