Policiais civis prenderam nesta sexta-feira (9) Alexandre Serra de Souza, o Xandão. Ele é investigado pela morte do policial Carlos Alberto Freire Neto em julho.
A prisão ocorreu no Muquiço sob mandado por tráfico, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Xandão será encaminhado ao sistema prisional.
O policial de 35 anos morreu em 8 de julho baleado na Avenida Brasil. Ele havia ingressado na corporação em dezembro de 2023.
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Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e da 59ª DP (Duque de Caxias) prenderam, nesta sexta-feira (9), Alexandre Serra de Souza, conhecido como Xandão. Segundo a Polícia Civil, ele é apontado como um dos gerentes do tráfico de drogas da comunidade do Muquiço, na Zona Norte do Rio, e é investigado pela morte do policial civil Carlos Alberto Freire Neto, em julho deste ano.
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A prisão foi realizada na própria comunidade, com apoio de informações de inteligência da P2 do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), de acordo com a corporação.
Contra Xandão havia um mandado de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Após o cumprimento das formalidades legais, ele será encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça, informou a Polícia Civil.
Policial morreu após ser baleado na cabeça
Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, morreu em 8 de julho, depois de ser baleado na cabeça durante um ataque de traficantes na Avenida Brasil, na altura da Favela do Muquiço.
O policial foi socorrido em estado gravíssimo e levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, mas não resistiu aos ferimentos.
Freire Neto ingressou na Polícia Civil em dezembro de 2023. Desde maio de 2026, estava lotado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Ele deixou esposa e dois filhos.
Após o ataque, centenas de agentes de segurança entraram na comunidade. A investigação da morte é conduzida pela DHBF.
Polícia mantém investigação
A Polícia Civil informou que a DHBF continuará realizando investigações e operações para prender criminosos e reduzir os índices de letalidade violenta na Baixada Fluminense.
Informações sobre crimes podem ser repassadas ao Disque Denúncia da DHBF pelo WhatsApp (21) 99805-4394. Segundo a corporação, o sigilo é garantido.



