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Vídeo mostra momento em que policial militar dá soco e quebra nariz de mulher durante briga por política em Vila Velha; assista

06/11/2026

Vídeo mostra momento em que policial militar dá soco e quebra nariz de mulher durante briga por política em Vila Velha; assista

Um vídeo registrou o policial militar Bernardo Menezes Coutinho agredindo uma mulher em Vila Velha. A agressão ocorreu após uma discussão motivada por divergências políticas.

As imagens mostram o policial descalço e sem camisa. Ele puxa a vítima pelos cabelos e desfere socos contra ela.

Nesta quinta-feira (5), a Justiça proibiu o policial de portar arma. Ele também deve manter distância mínima de 200 metros da administradora.

A briga começou em um bar após a mulher de 43 anos celebrar eleições presidenciais de 2026. A Corregedoria da PMES avaliará a conduta dele.

Um vídeo gravado por uma câmera de segurança na Rua José Pinto Vieira, em Vila Velha, Grande Vitória, registrou o momento em que o cabo da Polícia Militar Bernardo Menezes Coutinho agrediu uma mulher com socos após uma discussão motivada por divergências políticas (assista acima). Com o golpe, ela quebrou o nariz.

O vídeo mostra Bernardo na rua, descalço e sem camisa, acompanhado de um homem que tenta segurá-lo para impedir que ele agrida a mulher. As agressões aconteceram durante a confusão.

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Em outro momento, o policial aparece dando socos no rosto da administradora, enquanto pessoas que estavam próximas tentam separar os dois e interromper as agressões. Ao fundo, é possível ouvir gritos de pessoas pedindo que o cabo pare.

As imagens também mostram pessoas ajudando a mulher a se levantar e tentando afastar o policial. Mesmo assim, Bernardo consegue segurá-la pelos cabelos e dá outro soco.

Nesta quinta-feira (5), o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) proibiu o policial de portar arma e determinou que ele mantenha uma distância mínima de 200 metros da vítima.

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A confusão começou em um bar, no bairro Itapoã, onde o cabo e a vítima, uma administradora de empresas de 43 anos, discutiram por divergências políticas.

Segundo testemunhas, a mulher fez um comentário em comemoração ao resultado das eleições presidenciais de 2026. A fala teria sido o estopim para as agressões.

A Polícia Militar do Espírito Santo informou, em nota, que tomou conhecimento do caso e que a Corregedoria da Corporação fará o acompanhamento. A instituição afirmou ainda que a conduta do policial será avaliada com base no Código de Ética e Disciplina da PMES (veja a nota na íntegra abaixo).

"A Polícia Militar informa que tomou conhecimento do fato e que, por meio de sua Corregedoria, realizará o devido acompanhamento.

A Instituição esclareceu que, por não se tratar de fato abrangido pelo Código Penal Militar, a investigação criminal não é conduzida pela PM. As medidas protetivas determinadas pela Justiça serão cumpridas e acompanhadas pela Corporação.

"A conduta do policial militar será avaliada à luz do Código de Ética e Disciplina da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), observados os procedimentos legais e administrativos cabíveis" disse a corporação.

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